quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Novas imagens de Resident Evil: Revelations e Resident Evil Mercenaries 3D

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A Capcom publicou em seu site novas imagens e artes conceituais dos novos games da franquia Resident Evil. Criados especialmente para o novo console portátil  da Nintendo, Resident Evil: Revelations mostra Jill Valentine e Chris Redfield investigando uma ameaça a bordo de um navio de cruzeiro encalhado. A dupla mais uma vez lutará contra a ameaça biológica em um ambiente escuro e claustrofóbico, a ação se passa no mar e na terra o que pode significar uma aventura com uma história não-linear.

Em Resident Evil Mercenaries 3D o jogo terá os cenários remasterizados de Resident Evil 4 e 5, proporcionando uma experiência de jogo multiplayer nunca vista num console portátil da Nintendo. Jogando sozinho ou em equipe, será uma corrida contra o tempo para derrotar o máximo de inimigos possíveis, antes da contagem regressiva atinger zero. Até agora os modos de jogo não foram revelados mas novas informações devem surgir no começo do ano que vem. Os personagens confirmados até agora são: Chris Redfield, Hunk (de Resident Evil 2, em pose de “não vai subir ninguém”), Krauser e Claire Redfield. Os controles serão familiares a quem já jogou Mercenaries, mas algumas mudanças foram feitas, incluindo a habilidade de correr e disparar ao mesmo tempo e a adição da funcionalidade touch screen.

Resident Evil: Revelations

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Resident Evil Mercenaries 3D

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Gifs animados ensinam a abusar dos 'bugs' de Super Mario Bros

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Da próxima vez que alguém disser que gifs animados são elementos inúteis, diga que “não é bem assim”. Esse argumento será ainda mais válido se o reclamão em questão gostar de Super Mario Bros. O site TASvideos publicou um tutorial com gifs animados que ensinam  a realizar diversas artimanhas malandras aproveitando os erros na programação do clássico game de Nintendinho.

São tarefas como pular de paredes, atravessar blocos, teletransportar o encanador pela tela e até inutilidades como deslizar pelo cenário com só um pé no chão. Tudo isso é profundamente analisado, explicado e exemplificado com o uso de gifs animados. Essas habilidades não fazem muita diferença nos jogos oficias do Mario, mas existem versões hackeadas do jogo, com dificílimas fases feitas por fãs, que exigem que você saiba abusar de cada falha do jogo.

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Então, se você quer ser um mestre supremo em Super Mario Bros, recomendo que acesse o site e leia o que eu vou chamar aqui de “curso moleque dos irmãos Mario”

Google firma acordo de computação em nuvem com governo dos EUA

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O Google fechou um contrato com o governo norte-americano na semana passada que, segundo a companhia, ajudará a superar a rival Microsoft na corrida para levar agências governamentais para a computação em nuvem.

A Administração de Serviços Gerais do governo dos Estados Unidos firmou contrato de cinco anos por US$ 6,7 milhões com o Google e a Unisys. O acordo garante ao Google uma posição forte, embora o valor seja relativamente baixo.
Como parte do contrato, o Google e a Unisys irão cuidar da transição da agência para uma plataforma baseada na web (em nuvem) que inclui os serviços Gmail, Google Calendar, Google Docs e Google Sites.


A Administração é a primeira agência federal do governo norte-americano a realizar transição total para computação em nuvem, que permite acesso a informações a qualquer hora e a partir de qualquer lugar, já que o acesso é feito por meio do navegador.

WikiLeaks está instalado em bunker de guerra

Depois de ser despejada dos servidores da Amazon, a WikiLeaks se mudou para um novo datacenter, instalado em um antigo bunker de guerra, na cidade de Estocolmo, na Suécia.

Propriedade da empresa  Bahnhof, o datacenter está instalado na montanha de White Mountain, a 30 metros abaixo do nível do solo, no centro da cidade. Uma porta de metal com 50 cm de espessura separa o mundo externo dos computadores da empresa.

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Servidores estão instalados em galerias a 30 metros abaixo do nível do solo


"Nós não vamos desligar nossos clientes a menos que existam reivindicações sólidas e legais das autoridades locais para fazermos, e não de um autoridades ou de um senador americano”, declarou Jon Karlung, presidente da Bahnhof a emissora alemã Deutsche Welle. O bunker conta com geradores de energia retirados de antigos submarinos alemães.

Nas últimas semanas, o WikiLeaks tem promovido protestos de governos e por parte da diplomacia mundial por divulgar documentos secretos de países como Estados Unidos, França, Inglaterra e até do Brasil.

Veja abaixo o vídeo do datacenter da Bahnhof, onde está armazenado o WikiLeaks
 

Google lança loja virtual de aplicativos e games para o Chrome

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O Google lançou nesta quarta-feira (8) a sua loja de aplicativos e jogos para o navegador Chrome. O que interessa para nós, obviamente, são os games: são mais de 200, de produtoras como Zynga e Bigpoint. A loja e os aplicativos que ela oferece rodam no próprio navegador, usando a linguagem HTML 5. Isso tudo deve ser uma pequena prévia do que poderemos encontrar no sistema operacional que a empresa está desenvolvendo. Será que veremos um maior investimento do Google em games nos próximos anos?

Seja como for, parece a loja de games do navegador Chrome já atraiu a atenção das grandes desenvolvedoras. A Electronic Arts anunciou que fará uma versão de Mirror’s Edge para a loja, que já conta com jogos da EA como Poppit!, Lords of Ultima, FIFA Superstars e Tiger Woods PGA Tour Online. Com grandes empresas como a EA dando suporte e conteúdo à parte de games da Chrome Web Store, não vejo como ela poderia dar errado.

O interesse do Google no mercado de games já era evidente desde o início do ano. De janeiro a agosto, três desenvolvedoras de jogos foram compradas pela empresa, que também investiu milhões em estúdios que davam seus primeiros passos. Em maio, pudemos jogar Pac-Man no site de buscas. Pouco tempo depois, foi a vez de Snake – no YouTube. Agora, com o lançamento de sua loja virtual, a maior empresa da internet dá um passo mais longo em direção de uma das poucas áreas do mercado digital que ela ainda não abocanhou.

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Carros do Gran Turismo 5 vão invadir ruas de São Paulo

Piloto Luciano Burti irá autografar capas de jogos comprados no próximo sábado

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No próximo sábado (11), as ruas de São Paulo vão ser invadidas por carros do novo Gran Turismo 5 (GT5), do PlayStation 3. Das (GT5), das 13h às 19h, os automóveis poderão ser vistos em vários pontos da cidade, como as avenidas Juscelino Kubitschek, Faria Lima e Paulista.

O ponto de chegada acontecerá no Shopping Bourbon Pompeia, onde fica a Sony Style Store. Lá, das 19h às 19h30, o piloto Luciano Burti vai autografar as capas dos jogos de quem comprá-los no dia.

Dos mil carros disponíveis no jogo, alguns foram feitos em parceria com montadoras, como a Citroën, que criou o carro GT by Citroën com exclusividade para o game. O carro foi uma das grandes atrações do último Salão do Automóvel no Brasil.

Na loja da Sony, os fãs poderão experimentar o jogo em um dos vários simuladores 3D. Quem não conseguir ir à loja neste sábado terá até o dia 23 de dezembro.

O game pode ser jogado em 3D, para os usuários que já fizeram a atualização de firmware (manutenções no sistema operacional do console) e que tiverem uma TV 3D compatível. Além disso, por meio de uma câmera PlayStation Eye, é possível usar recursos de realidade aumentada, fazendo com que o game reproduza movimentos feitos pelo jogador.

A nova versão do jogo vem com 20 pistas, 70 layouts diferentes e a opção de simulação de kart. Pela primeira vez, incluíram a corrida Nascar e algumas equipes. O GT5 chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 199 e pode ser comprado pelo http://www.sonystyle.com.br, nas lojas Sony Style ou nas revendas autorizadas.

Após ataque a MasterCard, Hackers pró-Wikileaks derrubam site da Visa

Hackers atacaram nesta quarta-feira (8) a rede de computadores da empresa de cartões de crédito MasterCard, em retaliação ao bloqueio de doações para o site WikiLeaks. No início da noite, os ativistas do grupo "Anonymous" (em inglês, anônimo) anunciaram que iriam passar a atacar o site da Visa, que também ficou fora do ar.

Os sites das redes de cartão de crédito estão entre os vários atacados pelo "Anonymous", que ameaçou punir as empresas que deixaram de prestar serviços ao site WikiLeaks – centro de polêmica após divulgar documentos da diplomacia dos EUA.

O ataque foi coordenado por redes sociais, como Facebook e Twitter, além de páginas de discussão como o 4chan - um dos epicentros da cultura digital contemporânea e local onde foi formado o Anonymous - e redes de chat via protocolo IRC.

Os pagamentos feitos por usuários da empresa de cartões de crédito foram prejudicados. A Mastercard afirmou que os ataques não afetaram o sistema de pagamentos, mas segundo a rede britânica BBC, clientes de pelo menos uma companhia disseram ter enfrentado uma queda completa do sistema.

A empresa, que não quis ter o nome revelado, afirmou que o serviço de autenticação de pagamentos online, conhecido como Mastercard's SecureCode, deixou de funcionar.

O Anonymous, que assumiu a autoria do ataque, é um grupo de hackers ativistas que diz já ter atingido diversos alvos - incluindo o site dos promotores que acusam o fundador do Wikileaks, Julian Assange, de estupro.

Mais cedo, o funcionário Doyel Maitra, da Mastercard, havia dito que o site corporativo da empresa - Mastercard.com - estava enfrentando um 'tráfego pesado', mas que continuava acessível.

"Estamos trabalhando para restabelecer a velocidade normal do serviço. Não há impacto algum na capacidade dos usuários dos cartões Mastercard ou Maestro de usar seus cartões para transações seguras."

Outros ataques

Outros supostos ataques de hackers bloquearam o site da promotoria sueca e o do advogado responsável pelas alegações de crimes sexuais cometidos por ele, disseram autoridades nesta quarta-feira.

A promotora, cujo mandado de prisão resultou na decisão de um tribunal britânico, na terça-feira, de manter Assange detido, disse que havia informado a polícia sobre o ataque.

"É claro, é fácil pensar que há uma ligação com o WikiLeaks, mas não podemos confirmar isso", disse Fredrik Berg, editor do site da promotoria, falando à Reuters Television.

O site ficou fora do ar durante a maior parte da noite de terça-feira e parte da manhã e tarde desta quarta-feira. Segundo um comunicado, o órgão apresentou uma queixa à polícia depois do incidente.

A promotoria não disse de onde surgiu o ataque, mas uma informação do site Operation Payback, colocada 16 horas antes no Twitter, dizia que a promotoria seria um de seus alvos.

O site Operation: Payback, que diz lutar pela liberdade na Internet, também declarou ter como alvo o site da MasterCard, em aparente retaliação por ter bloqueado doações para o WikiLeaks.

Google +1: revelada imagem da nova rede social do Google

Serviço já é apontando por muitos como maior aposta da empresa para concorrer com Facebook e Twitter.

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Enquanto não se tem 100 por cento de confirmação ainda, o que você vê acima é o que se acredita muito ser uma imagem da mais recente incursão social do Google. Sim, é a rede social anteriormente conhecida como "Google Me", então conhecida como "Emerald Sea", e agora conhecida como "Google +1".

Como você pode ver, há uma barra de ferramentas que existe no topo das propriedades do Google - neste caso, o Google News. Há um botão Share, um lugar para um ícone de conta do Google, e um nome de usuário do Google. Próximo a ele há uma contagem numérica - não está claro o que isto é ainda (talvez um número de ações) e ao lado o que parece ser um menu de opções.

Observe também o grande rótulo vermelho "CONFIDENCIAL!". Sim, a pessoa que compartilhou essa imagem claramente não estava pretendendo.

Uma outra coisa importante para a observar: a área de "Loop" na barra de links do canto superior esquerdo. Isso está exatamente de acordo com o que se tem relatado até agora sobre o Google +1 - ou seja, que uma parte essencial é em torno de "loops", o que parece ser a palavra do Google para "grupos". Loop é também um aplicativo de testes para iPhone.

Finalmente, lembre-se que foi informado sobre uma nova área da barra de ferramentas do Google que está sendo testada há algumas semanas atrás. Parece que isso é muito para abrir espaço para um Google +1, que deve lançar no próximo ano.

Nota do Google sobre a imagem:
"Nós estamos sempre experimentando novas maneiras de melhorar nossos produtos, e já confirmamos que estamos focados na incorporação de elementos sociais através do Google. Mas não temos nada de novo para anunciar neste momento."

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Hackers assumem bandeira do WikiLeaks para iniciar 1ª 'Guerra da Informação'

Washington, 8 dez (EFE).- Um Exército de hackers voluntários está agindo em defesa do site WikiLeaks e entrou na disputa cibernética protagonizada por ataques e contra-ataques envolvendo a polêmica homepage, que divulga importantes documentos secretos pelo mundo, dando início assim à primeira 'Guerra da Informação'.

A "Operation Avenge Assange" (Operação Vingar Assange), organizada por hackers após o cerco internacional contra o WikiLeaks e seu criador, Julian Assange, conseguiu nesta quarta-feira derrubar parte dos sistemas informáticos da rede de cartões de crédito MasterCard, prova do poder da mobilização espontânea através da internet.

O protocolo IRC (Internet Relay Chat) é o ponto de partida do ataque contra a rede MasterCard, ao qual a Agência Efe teve acesso. Nele, o moderador estabeleceu como título "Operação Payback. Alvo: 'http://www.mastercard.com'. Existem coisas que o WikiLeaks não pode fazer. Para todas as outras existe a Operação Payback".

No final da manhã desta quarta-feira, os operadores do IRC informavam que mais de 1.800 bots estavam inundando com Ataques de Negação de Serviços (DDoS) contra o endereço "www.mastercard.com". A empresa reconheceu dificuldades em alguns de seus serviços.

Enquanto isso, outros usuários do protocolo informavam sobre o progresso do ataque com mensagens sobre o estado das operações da Mastercard em países tão distantes como Suécia, Sri Lanka e México, ou sobre a evolução das ações da companhia de cartões de crédito na Bolsa de Nova York.

"A primeira guerra da informação começou. Envie por Twitter e poste isso em qualquer site", proclamava um dos hackers.

Outros solicitavam que o grupo dirigisse seus ataques contra os serviços de PayPal, Visa e inclusive contra a conservadora emissora de televisão "Fox News". No entanto, o grupo de hackers denominado "Anonymous" mantém o ataque contra a Mastercard.

"Por favor, deixem de sugerir novos sites. Os líderes de 'Anon' decidiram que 'mastercard.com' deve permanecer apagado. Dessa forma, afetaremos o preço de suas ações. Obrigado", explicava outro usuário.

Segundo o blog da empresa de segurança virtual Panda, o grupo havia atacado o sistema de pagamentos online PayPal pouco depois de o serviço anunciar o bloqueio financeiro ao WikiLeaks, embora o ataque tenha se limitado a um blog da empresa.

O Panda assinalou que o ataque DDoS contra o "ThePayPalblog.com" durante oito horas fez com que o blog sofresse 75 interrupções de serviço.

O "Anonymous" também conseguiu afetar gravemente o funcionamento do PostFinance, banco suíço que também bloqueou sua conta ao WikiLeaks, e ao escritório de advocacia sueco que representa as duas mulheres que acusaram Assange de estupro e abuso sexual.

Pelas acusações, a Justiça sueca e as autoridades policiais internacionais expediram um mandado de prisão contra o ativista australiano, que não viu alternativa senão se entregar às autoridades do Reino Unido, onde estava vivendo e onde está detido, aguardando a definição sobre se será extraditado à Suécia.

O grupo que organizou o ataque é um coletivo de hackers denominado "Anonymous" e que se reúne habitualmente pelo site "4chan.org", uma simples homepage que é utilizada para divulgar mensagens, fotografias ou simplesmente discutir sobre política.

Este não é o primeiro ataque lançado pelo "Anonymous". Considera-se que o grupo facilitou a identificação e detenção de vários pedófilos, mas talvez uma de suas ações mais conhecidas foi o chamado "Projeto Chanology", iniciado em 2008, para protestar contra a Igreja da Cientologia.

Por causa desse protesto, que incluiu ataques DDoS como os que atingem agora a Mastercard, o grupo adotou a estética da história em quadrinhos "V de Vingança", no qual milhares de pessoas usam uma máscara idêntica ao do enredo para evitar sua identificação pelas autoridades.

No ano passado, o "Anonymous" também se uniu aos protestos contra as eleições iranianas, vencidas pelo líder Mahmoud Ahmadinejad e consideradas fraudulentas pela oposição.

Em seus protestos, o "Anonymous" qualificou seus ataques como "Operation Payback" (Operação Vingança), mas, desde que o WikiLeaks começou a publicar as correspondências secretas da diplomacia americana e o site começou a sofrer assédio de empresas e Governos, o "Anonymous" decidiu lançar a "Operação Vingar Assange".

"O WikiLeaks está apagado por Ataques de Negação de Serviços (DDoS). Há razões para crer que os Estados Unidos estão por trás, devido à natureza do vazamento (de documentos) do domingo 28 de novembro", assinalou o grupo em seu site.

"Embora não estejamos filiados ao WikiLeaks, lutamos pelas mesmas razões. Queremos transparência e combatemos censura", acrescentou o grupo. "Não podemos permitir que isso aconteça".

"Por isso, vamos utilizar nossos recursos para aumentar a conscientização, atacar aqueles contrários e apoiar aqueles que estão ajudando a levar nosso mundo à liberdade e democracia", finalizou a mensagem. EFE

Bully: Scholarship Edition

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